10 de dezembro de 2013

GREGÓRIO, O GRANDE

Hoje escreverei sobre um dos personagens da história que mais admiro: Papa Gregório I ou Gregório, o Grande. Um papa que merece atenção e admiração, pois, deu início à civilização da Inglaterra, inspirou a composição de grandes hinos, que iniciou o canto gregoriano para as igrejas, que foi exemplar em seu procedimento e liderança.

Gregório nasceu em Roma no ano de 540 D.C., de uma família cristã rica. Passou a sua juventude à procura de prazeres passageiros e mundanos, mas assim como Agostinho, se arrependeu entrando para o mosteiro beneditino. Tornou-se papa em 590 D.C., quando Roma e o império ocidental estava em decadência, pois os reis bárbaros estavam sempre guerreando entre si. O senado romano dispersou-se e houve grande necessidade que alguém ocupasse a vaga no poder cultural e político, Gregório, foi autoridade na Itália e talvez em toda a Europa. Escreveu seu primeiro livro, do Cuidado Pastoral em 590 D.C., por quase mil anos, este foi o principal livro para guia da igreja no aconselhamento pastoral. Em 592 D.C., mandou missionários à Bretanha, para estabelecer uma cede para o cristianismo em Canterbury e converter povos pagãos da Grã-Bretanha e tribos arianas da Europa.

Foi um dos papas e teólogos mais importantes da tradição católica romana, foi influente, conhecido pela sua justiça e integridade e um dos intérpretes mais importantes da teologia de Agostinho, influenciando a teologia católica e sendo exemplo na piedade e para o estilo de vida nos monastérios. Durante a ocupação de bispo em Roma, Gregório fez um conjunto de regras para todos os bispos ocidentais, que foi resumido em sua obra, Regra Pastoral, tornando oficial e obrigatória para a igreja ocidental.

Exerceu uma poderosa influência no desenvolvimento da música sacra da época. Ele não somente compôs hinos, mas inspirou outros a fazerem, como Ambrósio. Gregório estabeleceu uma escola de canto em Roma e compilou uma antologia de toda a música sacra usada naquele tempo (livro que contém as orações rezadas pelo bispo ou padre durante a missa).

Com a expansão do evangelho, a igreja quis unificar a liturgia europeia cristã. Essa unificação foi a partir do modelo romano proposto pelo Papa Gregório e posteriormente continuada pelo Papa Vitaliano (657-670 D.C.). O Canto Gregoriano foi o elemento primordial deste processo de unificação, que constituiu tanto na reunião de cantos antigos, como na criação de novos.

O canto gregoriano foi herdado dos salmos judaicos e dos modos gregos (ambos adaptados pelo Papa Gregório). É um gênero de música vocal, onde existe somente uma melodia, que não era acompanhada por instrumentos (às vezes era acompanhada com o organum-órgão), era somente acompanhada pela repetição da voz principal, com um ritmo livre. Este era o único estilo musical utilizado na liturgia católica na Idade Média. Este canto, não pode ser entendido sem o texto, pois a melodia é sua parte primordial e que dá sentido à letra. Os cantores deveriam compreender o sentido da letra antes de interpretá-los, para que fizesse sentido.

Do canto gregoriano procedem os modos gregorianos (que dão base à música ocidental). A origem dos modos está na Grécia antiga, que tinha como objetivo organizar os sons de acordo com a cultura e estilo de cada região (exemplo: modo dórico – região de Dória; modo frígio – região da Frígia, etc.), porém, historicamente os modos eram usados na música litúrgica da Idade Média, que foram organizados pelo Papa Gregório. Então foi desenvolvido (pelo papa Gregório) um sistema de notação musical para a viabilização dessas práticas. Essa liturgia do canto romano foi levado a condição oficial a partir da ascensão de Carlos Magno (fundador do reino franco e coroado em 800 D.C., chefe do Sacro Império Romano). 

Gregório foi papa e governante de boa parte da Itália por quatorze anos. Morreu em 604 D.C. Suas preferências espirituais e seus ensinamentos duraram pelo menos um milênio, estabelecendo uma norma para a Idade Média. Gregório, um homem que uniu o conhecimento e a piedade, que humildemente declarou: “quero ser conhecido como o servo dos servos de Cristo”. Alguém que fez a diferença e em tudo buscou a excelência, influenciando e marcando gerações.


9 de setembro de 2013

ETÃ OU JEDUTUM

Etã era da tribo de Levi, filho de Quisi, membro do clã dos meraritas (da família de Merari - I Cr 6.44). Alguns estudiosos e comentaristas[1] da Bíblia atribuem Jedutum como sendo a mesma pessoa, o nome talvez tenha sido mudado depois da sua nomeação pelo rei Davi. Jedutum fora designado por Davi para dirigir a música no tabernáculo (e Templo). Mestre da música (I Cr 16.41,43; 25.1), sua descendência também fora formada por músicos exemplares (II Cr 25.15; Ne 11.17).
Jedutum foi habitante das aldeias dos netofatitas (I Cr 9.16). Tocou címbalos e trombetas quando a arca foi levada para Jerusalém (I Cr 16.4,42) e estava sob as ordens diretas do rei, teve seis filhos (I Cr 25.1,3,6). Jedutum também liderou os cânticos de louvor e ações de graças quando a arca foi levada para o templo no reinado de Salomão (II Cr 5.12,13). Um escritor cristão comenta a participação dos descendentes de Jedutum como músicos fiéis em seu comissionado (GARDNER, Paul): 
No avivamento que houve no tempo de Ezequias, é interessante notar que os descendentes de Jedutum estavam entre os primeiros levitas a se envolver na purificação e na nova consagração do Templo (II Cr 29.14,15). Mais tarde, seus descendentes também estavam presentes no avivamento que houve no reinado de Josias, em Judá (35.15). Outros descendentes também foram listados entre os primeiros levitas que retornaram a Jerusalém após o exílio (Ne 11.17) 
Jedutum no hebraico significa “aquele que louva”. Sua função era celebrar, confessar e louvar Yahweh com cânticos e instrumentos musicais. Seu instrumento principal era a harpa, mas também tocava trombetas, liras e címbalos (I Cr 16.42; II Cr 5.12). O escritor Gardner, explica: 
Seus filhos foram porteiros no Tabernáculo e depois no Templo (I Cr 16.38). Alguns dos salmos de Davi provavelmente foram escritos por Jedutum e seus músicos (Sl 39;62;77). Este homem era líder de uma família de levitas, os quais, através dos anos, provaram uma contínua fidelidade ao Senhor e ao seu serviço. Obviamente a música era um dom na família, o qual era utilizado com alegria no louvor a Deus. 
O que gostaríamos de destacar na vida de Jedutum como líder e músico é o fato que nos textos apresentados, observamos que Deus instituiu rituais e tradições no culto do povo israelita, esperando uma atitude de intimidade no relacionamento com Ele que estes rituais simbolizavam. Deus não quer mostrar o quanto é exigente e rígido, mas que através de suas orientações, graciosamente demonstra seu amor ao orientar e sustentar seus filhos.
Em I Crônicas 15 e 16 quando é narrada a jornada da arca para Jerusalém, observamos que o texto separa este momento em duas fases: preparação e santificação para este momento (I Cr 15.1-15); e a celebração de um culto alegre e bem organizado (I Cr 15.16-29). Os levitas se santificaram e se qualificaram como músicos para este momento tão esperado pelo povo israelita, conduzido e orientado pelo rei Davi.
A primeira fase desta preparação envolvia tanto o lugar como a preparação do próprio povo para este momento. Os levitas estavam prontos para servir ao Senhor e à congregação (I Cr 15.1-10). A principal função dos levitas era ministrar perante a arca e liderar o culto com a música, invocando, agradecendo e louvando a Deus. O comentarista bíblico Martin Selman, faz a seguinte afirmação: 
O segundo estágio da preparação dos levitas era “santificar” a si mesmos (I Cr 15.12,14 “tornarem-se santos”). Essa era uma atividade importante para ficarem prontos para o serviço de Deus, e foi também empreendida pelos sacerdotes e levitas durante os reinados de Salomão (II Cr 5.11), Ezequias ( II Cr 29.5,15,34; 30.15, 24; 31.18), e Josias ( II Cr 35.6). Em cada caso, o favor de Deus depois veio sobre Israel. A santificação exigia separação de toda forma de “impureza” ( Lv 16.19; II Sm 11.4) [...] 
Os líderes deviam se consagrar para a tarefa que lhes fora confiado, por isto, removiam toda sorte de impurezas antes de cumprirem suas funções de dirigir o louvor e ações de graças a Deus.
A obediência a Palavra de Deus sempre removerá a ira do Senhor e conduzirá a bênçãos estabelecidas por Ele segundo seu plano perfeito. A função do músico até os dias de hoje está associada tanto a trabalho (ministrar e servir) quanto a adorar. Isto implica em restabelecer uma comunhão sincera e genuína com Deus através da consagração, ou seja, primeiramente da remoção de pecados e depois a separação para um serviço exclusivo a Deus. O ato de louvar a Deus só será possível quando somos purificados de nossos pecados, pois só quem está perdoado, ou seja, só quem vive de acordo com os princípios estabelecidos por Deus, pode verdadeiramente cantar a Ele, este ato de contrição deve ser uma preparação antes de o músico ministrar em nossas igrejas.



[1] Exemplos destes: CARSON, D. A., Comentário Bíblico Vida Nova. Vida Nova, 2009; CHAMPLIN, Russell N. Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia. Hagnos, 2002; GARDNER, Paul. (Ed.). Quem é quem na Bíblia. Vida, 1999; SELMAN, Martin J. 1 e 2 Crônicas, Introdução e Comentário. Vida Nova, 2006.

23 de julho de 2013

ORGULHO X HUMILDADE

Queria meu futuro conhecer
Meus sentimentos escolher
Meus pensamentos entender
Meus desejos satisfazer
As pessoas que amo proteger
E as que não amo, esquecer.
Mas pergunto: Por quê?

Por causa da minha presunção
Que gera em mim preocupação
Que alimenta a insatisfação
E resulta em dissolução.

Queria meu Deus conhecer
Seus planos escolher
Seus preceitos entender
Sua vontade satisfazer
Sua verdade proteger
Do meu próximo nunca esquecer
E tudo isso, para quê?

Para cultivar em mim a humildade
Desfazendo da ansiedade
Contentando-me com Sua vontade
Preservando a unidade
E assim, adorá-lo por toda a eternidade!


12 de julho de 2013

UMA BELA AMIZADE

“Perfume e incenso trazem alegria ao coração; do conselho sincero do homem nasce uma bela amizade.” Provérbios 27.9

Se tem um casal que marcou a minha vida, este casal é o Pr. Wagner e Yumy Amaral. Deus em sua infinita bondade e em seu plano perfeito usou este casal para me abençoar e me moldar. Sou muito grata a Deus por ter me dado o privilégio de conhecê-los. Nossa amizade já dura há quase 10 anos e em todo esse tempo o que mais me chamou a atenção foi a predisposição desse casal em servir; servir ao próximo, servir a Deus, sempre com alegria. Na verdade, nossa amizade começou assim: com um conselho e a disposição deles em me ajudar.

Amanhã participarei do culto de despedida deles, pois irão se mudar para Manaus, e hoje acordei e comecei a pensar na trajetória (momento drama rs). Muitos não sabem, mas foi a Yumy que me incentivou a seguir a carreira musical, ela que me apresentou a professora que me treinou e me ajudou a ingressar meus estudos em piano no Teatro Municipal de SP (onde me formei).  Foi na igreja dela onde toquei a primeira cantata de natal, fora os inúmeros casamentos, formaturas e eventos que já tocamos juntas. Minha primeira composição musical foi através de suas aulas e incentivo (rs), muito do que faço no ministério em minha igreja local hoje, foi ela que me ensinou e treinou. O Pr. Wagner meu professor de teologia no seminário, me ensinou a apreciar a história, a filosofia e a arte de pensar; sempre me incentivou a encarar a vida descansando na soberania de Deus; algumas vezes, me mandava torpedos com mensagens como (guardo até hoje rs): “O Senhor é o seu Pastor, isto é o suficiente”; “Crer na soberania divina e viver esta crença no dia a dia faz toda a diferença”; "Lembre-se: Ele é Soberano. Então, diante de tua responsabilidade curta a sensação de dependência, e divirta-se!". Mensagens que me ajudaram a voltar a focar em Deus e a crescer, amadurecer. 

Nossa amizade cresceu tanto, que até os adotei como minha segunda família (apesar de não terem idade para serem meus pais rs). Sempre frequentei a casa deles, dormi inúmeras vezes lá, até tenho um cantinho resevado no guarda-roupa da Aninha (aliás, acho que tem roupa minha lá rs). Nestas visitas que fiz, a Yumy me ensinou a fazer pão, “petit gateau”, e o mais difícil: suco de goiaba e limonada!!! (difícil porque não aprendi a fazer direito ainda rs). Fora muitos filmes que assistimos juntos, passeios a restaurantes, cinema e conversas até tarde da noite. Este casal, não só participou da minha vida, mas da minha família também, os momentos mais significativos eles estavam lá: bodas de prata dos meus pais, casamento dos meus dois irmãos, minha formatura de piano.

Obrigada Pr. Wagner e Yumy por todos esses anos de amizade, por me ouvirem, me aconselharem, terem paciência em me ver chorar (e reclamar rs), sempre prontos a falar a verdade em amor, me ensinando a amar a Deus. Estou contente por saber que Deus continuará a usá-los em Sua obra e a lhes conceder a oportunidade de influenciar outras vidas, para que essas, adorem ao nosso bondoso e eterno Deus! Amo muito vocês!

17 de junho de 2013

MÚSICA E A VIDA CRISTÃ

Deus nos deixou as Escrituras para podermos conhecê-lo melhor e adorá-lo por isso. Seu propósito não é nos proporcionar através de Sua Palavra conhecimento científico, técnico ou teórico, mas sim, nos orientar através de preceitos e princípios e todo cristão genuíno é capaz de discerni-los.

Nossa tendência é dar pouca importância à música e considerar os outros aspectos da vida cristã como mais importantes. Temos dificuldade de entender e aceitar que o conceito do senhorio de Cristo, envolve a totalidade do nosso ser e não apenas parte dele, isto nos leva muitas vezes a negligenciar as riquezas que a Palavra de Deus oferece a nós. Deus é o criador da música e Ele graciosamente nos deixou princípios de como devemos oferecer esta arte a Ele, se está nas Escrituras é porque Deus quer que saibamos e observemos de forma prática suas orientações, pois: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (II Tm 3.16-17). Não é apenas uma parte das Escrituras ou algumas áreas que ela aborda que são úteis para a nossa vida, mas sim, toda, não há desculpas para negligenciarmos ou oferecermos menos do que Deus requer de nós.

Deus trata sobre as artes. Nas Escrituras encontramos poesia, música, dança, pintura, escultura entre outras áreas. Então, por que negligenciá-las? Por que ignorá-las? O intuito de Deus é que as usemos para glorificá-lo e adorá-lo, quer seja em comunidade, quer seja individualmente.

A música não existe para simplesmente atribuirmos sua existência como satisfatório, mas devemos apreciá-la devidamente, pois Deus é o criador, Ele nos fez à Sua imagem e semelhança, então também podemos ser criativos ao executá-la. Devemos nos comunicar através da música sob a ótica das Escrituras, pois não podemos produzir música cristã se não conhecemos o que o cristianismo diz sobre isto. A vida do músico cristão deve refletir a verdade e a beleza para ser um diferencial do mundo perdido e sem sentido.

Devemos ansiar ministérios musicais que exerçam mais serviço cristão e menos pragmatismo, mais santidade e menos relativismo, mais obediência à Palavra e menos consumismo, mais amor, compaixão e oração e menos individualismo, para que assim os músicos dependam mais de Deus e reflitam a Sua glória pelo cumprimento da Sua vontade. Tudo isso é possível, porque Deus mesmo nos capacitará a isso, nossa função é somente nos dispor como instrumentos para Ele nos moldar e usar.

"Visto como, pelo seu divino poder nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis coparticipantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo, por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo." (II Pe 1.3-8)

29 de abril de 2013

CONTEMPLANDO A SOBERANIA DE DEUS


O que a soberania de Deus produz em você? Inércia? Acomodação? Indiferença?

“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade.” Isaías 46.9-10

Estes versículos claramente mostram a grandiosa soberania de Deus, um dos seus atributos que mais me fascina. Ao meditar nestes dois versículos, esta soberania...

1. Levou-me a reconhecer quem sou: alguém que Deus não depende muito menos precisa, mas mesmo assim, me adotou como Sua filha.

2. Proporcionou-me consolo: em saber que Deus ainda está no controle de tudo.

3. Trouxe-me segurança: por crer no único Deus eterno e pré-existente, transcendente e imanente.

4. Deu-me esperança: pela certeza que Deus cumprirá o que determinou.

5. Motivou-me a servi-lo: pois é um privilégio e uma honra trabalhar para o Deus que certamente terminará a obra que começou, até o dia em que Cristo voltar, independente do eu que faça ou não faça.

6. Lembrou-me a temê-lo mais: pois a minha mente é limitada para sequer imaginar o que Deus é capaz de fazer.

Com certeza crer na soberania de Deus fará a diferença na vida cristã. Fará diferença no relacionamento com o próprio Deus, com a Igreja e com o mundo. Pois ao contemplar esta soberania, o resultado não será a estagnação, e sim, à adoração.

“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade.” Isaías 46.9-10